
A distinção mais importante é esta: o psiquiatra é médico. Tem formação em medicina e especialização em psiquiatria. Pode prescrever medicação.
O psicólogo não é médico, é licenciado em psicologia com especialização clínica. Não pode prescrever medicação. Trabalha exclusivamente através de psicoterapia e intervenção psicológica.
Ambos tratam problemas de saúde mental. A diferença está nos instrumentos que utilizam e no tipo de casos em que cada um é mais indicado.
O psicólogo é o ponto de entrada mais adequado para a maioria das situações:
• Ansiedade, preocupação excessiva, ataques de pânico
• Depressão ligeira a moderada
• Burnout e esgotamento profissional
• Dificuldades relacionais ou de casal
• Baixa autoestima e insegurança
• Luto e perdas
• Fobias e medos específicos
• PHDA - avaliação e intervenção psicológica
• Dificuldades na infância e adolescência
O psiquiatra é mais indicado quando:
• Os sintomas são graves e interferem de forma significativa com o funcionamento diário
• Há necessidade de avaliação para medicação
• Existe um quadro clínico que requer diagnóstico médico diferencial
• Há psicoterapia em curso que beneficiaria de suporte farmacológico
• Já foi prescrita medicação e há necessidade de acompanhamento especializado
Muitos casos respondem melhor à combinação de psicoterapia e medicação do que a cada uma isolada. A investigação é clara neste ponto para depressão moderada a grave, perturbações de ansiedade de maior intensidade e PHDA.
Nestes casos, o ideal é ter um psicólogo e um psiquiatra a trabalhar de forma coordenada, o que raramente acontece quando os dois profissionais estão em instituições diferentes sem comunicação entre si.
Na Clínica Tear, psicólogos e psiquiatras trabalham
sob o mesmo tecto, com comunicação directa e
planos terapêuticos integrados.
Não precisa de escolher. Tem os dois.

Por onde começar quando
não sabe o que tem
Se não tem um diagnóstico e não sabe o que está a acontecer consigo, o ponto de entrada mais adequado é geralmente o psicólogo, que fará uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhará para psiquiatria dentro da mesma equipa.














O médico de família tem competência para fazer um diagnóstico preliminar e para prescrever medicação para casos de menor complexidade. Para acompanhamento especializado e psicoterapia, o encaminhamento para psicólogo ou psiquiatra é o caminho mais adequado.
Sim. Não há obrigatoriedade de passar pelo psicólogo primeiro. Se os sintomas são graves ou se há suspeita de um quadro que possa requerer medicação, ir diretamente ao psiquiatra é uma opção válida.
Não. Muitos psiquiatras também fazem psicoterapia. A distinção não é que o psiquiatra só medica, é que só o psiquiatra pode prescrever.
Na Clínica Tear, a consulta inicial de avaliação percebe o que está a acontecer e orienta para o especialista mais adequado. Não precisa de tomar essa decisão sozinho, a equipa ajuda-lhe a perceber qual é o caminho certo para o seu caso.
O médico de família tem competência para fazer um diagnóstico preliminar e para prescrever medicação para casos de menor complexidade. Para acompanhamento especializado e psicoterapia, o encaminhamento para psicólogo ou psiquiatra é o caminho mais adequado.
Sim. Não há obrigatoriedade de passar pelo psicólogo primeiro. Se os sintomas são graves ou se há suspeita de um quadro que possa requerer medicação, ir diretamente ao psiquiatra é uma opção válida.
Não. Muitos psiquiatras também fazem psicoterapia. A distinção não é que o psiquiatra só medica, é que só o psiquiatra pode prescrever.
Na Clínica Tear, a consulta inicial de avaliação percebe o que está a acontecer e orienta para o especialista mais adequado. Não precisa de tomar essa decisão sozinho, a equipa ajuda-lhe a perceber qual é o caminho certo para o seu caso.



