
A forma mais rápida de obter resposta é através do WhatsApp. A equipa responde no próprio dia, orientando para o especialista em saúde mental mais adequado ao seu caso e ajudando a encontrar o horário mais ajustado à sua disponibilidade. Em alternativa, pode ligar para o 965 900 165 ou agendar diretamente em clinicatear.pt. Não é necessário ter um diagnóstico, nem saber exatamente o que se passa. Muitas vezes, o mais difícil é dar o primeiro passo.
A partir do momento em que entra em contacto, o seu processo é acompanhado desde o início, com proximidade, cuidado e uma abordagem estruturada e personalizada.
Não. Não é necessária qualquer referência médica ou encaminhamento prévio.
Após a marcação, é realizada uma avaliação clínica estruturada, explorando a sintomatologia e o funcionamento emocional, cognitivo e comportamental. A partir daí, é construída uma formulação clínica individualizada, que orienta a intervenção terapêutica.
Nos dias úteis e ao sábado, a resposta é dada no próprio dia, especialmente através do WhatsApp. A equipa assegura um retorno célere para compreender o motivo do contacto, realizar um enquadramento inicial e orientar para o profissional de saúde mental mais adequado, garantindo um encaminhamento rápido e ajustado às necessidades. Se o contacto for feito fora de horário, a resposta é dada na manhã seguinte. Nenhuma mensagem fica sem resposta.
A primeira consulta, com duração aproximada de uma hora, constitui um momento estruturado de avaliação clínica inicial, orientado por uma escuta ativa, empática e isenta de julgamento. Ao longo da sessão, o profissional de saúde mental procede à exploração da história clínica, da sintomatologia atual, do impacto no funcionamento diário nos diferentes contextos de vida, com vista à construção de uma formulação clínica, que permita integrar e compreender o quadro apresentado. No final, é devolvida uma leitura clínica inicial e, quando clinicamente indicado, é delineado um plano de intervenção personalizado, ajustado às necessidades específicas da pessoa.
Não. Não é necessário saber o que tem para poder marcar. Chegar sem diagnóstico ou sem clareza sobre o que se está a sentir é uma das situações mais comuns em contexto clínico. A consulta inicial existe precisamente para isso - realizar uma avaliação clínica estruturada, compreender o que está a acontecer e atribuir significado à experiência, sem pressupostos nem rótulos prematuros. Se existe a perceção de que algo não está bem, mesmo sem conseguir identificar o quê, isso já constitui um motivo válido para procurar apoio e iniciar o processo.
Após a primeira consulta, é natural surgir algum cansaço emocional, uma vez que falar sobre conteúdos difíceis implica ativação emocional e cognitiva. Muitas pessoas referem uma sensação de alívio, por finalmente conseguirem verbalizar o que sentem e sentirem-se ouvidas e compreendidas. Outras podem experienciar alguma confusão ou ambivalência, sobretudo quando entram em contacto com aspetos internos que nunca tinham sido explorados. Estas reações são esperadas e fazem parte do processo terapêutico inicial, sinalizando que algo relevante começou a ser trabalhado.
O Método Tear é um processo clínico estruturado, desenhado para garantir acompanhamento com rigor, clareza e eficácia. Está organizado em quatro fases: avaliação inicial, concetualização e diagnóstico, plano de intervenção personalizado e reavaliação clínica. Existe uma orientação clara, com definição de objetivos e monitorização do progresso clínico. Em cada fase sabe onde está, o que está a ser trabalhado e como está a evoluir.
A fase inicial é a mais exigente do processo, tanto ao nível da avaliação clínica como da estabilização emocional. É neste momento que se recolhe informação relevante, se constrói a aliança terapêutica e se inicia o trabalho sobre a sintomatologia.
As sessões semanais permitem continuidade, maior profundidade e uma evolução mais consistente. À medida que há melhoria clínica, o ritmo é ajustado (quinzenal ou mensal), respeitando sempre a disponibilidade e realidade de cada pessoa.
A duração varia consoante o quadro clínico, a sua complexidade e os objetivos definidos. De forma geral, a evidência indica que a depressão pode entrar em remissão entre 12 a 20 sessões, a ansiedade generalizada em cerca de 16 sessões, e o burnout tende a melhorar entre 3 a 6 meses. Na Clínica Tear, o processo é acompanhado com reavaliações regulares, garantindo ajustes sempre que necessário. Não existem compromissos rígidos - o percurso é flexível e personalizado.
A maioria das pessoas começa a notar mudanças entre a 4.ª e a 8.ª sessão. Não se trata de uma mudança imediata, mas de uma evolução progressiva na forma de pensar, sentir e reagir. Na Clínica Tear, o progresso é avaliado de forma objetiva, com instrumentos clínicos validados, especialmente ao 2.º mês. Isto permite medir resultados reais e ajustar o plano de intervenção sempre que necessário.
Este receio é frequente e compreensível. No entanto, o objetivo da psicoterapia não é dependência, mas sim autonomia psicológica. O foco está no desenvolvimento de competências internas, para que progressivamente deixe de precisar de acompanhamento. À medida que há consolidação dos ganhos, as sessões tornam-se mais espaçadas, até que deixam
de ser necessárias.
Sim, sempre. A relação terapêutica é um dos fatores mais importantes para o sucesso do processo. Se não existir compatibilidade, é fundamental sinalizar. A equipa assegura a mudança de profissional, sem custos adicionais e garantindo a continuidade do acompanhamento. O seu conforto e segurança são essenciais para que a intervenção funcione.
A Clínica Tear integra uma equipa multidisciplinar, composta por psicólogos e psicoterapeutas, médicos psiquiatras e nutricionistas. Esta estrutura reflete uma abordagem integrada da saúde mental, considerando a interação entre emoções,
corpo, comportamentos e hábitos de vida. O objetivo é garantir uma intervenção completa e articulada, ajustada à
complexidade de cada caso.
O psicólogo intervém através de psicoterapia, trabalhando os processos emocionais, cognitivos e comportamentais, promovendo mudança e regulação emocional, sem recurso a medicação. O psiquiatra é um médico especialista, responsável pelo diagnóstico clínico e pela prescrição farmacológica, quando necessário, contribuindo para a estabilização dos sintomas. São abordagens complementares, que atuam em dimensões diferentes do mesmo problema. Estes profissionais trabalham de forma articulada, garantindo uma intervenção integrada e ajustada a cada pessoa.
A equipa acompanha diversos quadros clínicos ao longo de todas as faixas etárias, desde crianças e adolescentes até adultos, garantindo uma intervenção ajustada a cada fase do desenvolvimento. Inclui acompanhamento em ansiedade, depressão, burnout, insónias, fobia social, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), PHDA, baixa autoestima, luto, trauma complexo, dificuldades relacionais e perturbações do neurodesenvolvimento, bem como terapia de casal, com foco na compreensão dos padrões relacionais e na melhoria da comunicação e ligação emocional. A intervenção é sempre individualizada, com base numa avaliação clínica estruturada.
Atualmente, 97% das pessoas classificam o acompanhamento como muito bom ou excelente, com base em
inquéritos anónimos realizados ao 2.º e 4.º mês.
No Google, a Clínica Tear apresenta uma média de 4.9 estrelas e já acompanhou mais de 3000 pessoas.
Estes dados refletem um modelo centrado em resultados mensuráveis e avaliação contínua do progresso clínico.
Sim, toda a informação partilhada em consulta é estritamente confidencial. O sigilo profissional é um dever legal
e deontológico, obrigatório para todos os profissionais de saúde mental da equipa. As únicas exceções dizem respeito a situações de risco iminente para a vida, conforme previsto na lei. Relativamente a seguros e convenções, sim as consultas
podem ser comparticipadas por seguros de saúde, dependendo das condições de cada apólice. Para isso, é emitido o
respetivo recibo das sessões.
Sim, para a maioria dos quadros clínicos. A evidência científica demonstra que a terapia online apresenta eficácia equivalente à presencial em perturbações como ansiedade, depressão, burnout e PHDA. Na Clínica Tear, são seguidos os mesmos protocolos clínicos e acompanhados pela mesma equipa especializada. A principal diferença está na conveniência, com maior flexibilidade e acesso a partir de qualquer local.
Esse medo de começar é mais comum do que parece e não precisa de uma explicação para ser válido. A primeira consulta é um espaço de avaliação e compreensão, sem compromisso além desse momento. Num cenário possível, pode perceber que ainda não é o momento certo. Noutro, pode iniciar um processo que promove mudança real na forma como sente, pensa e vive. Não precisa de estar preparado nem de ter as palavras certas. Precisa apenas de dar o primeiro passo e entrar em contacto.
Sim. A falta de motivação e energia é frequentemente parte da própria sintomatologia, não um impedimento ao tratamento.
O processo terapêutico começa exatamente com o que a pessoa consegue trazer naquele momento, sem exigir uma versão ideal ou preparada. O profissional de saúde mental adapta a intervenção ao nível de disponibilidade emocional existente.
Com o avanço do acompanhamento, é comum que o empenho e a motivação aumentem progressivamente, à medida que surgem os primeiros resultados clínicos.

A forma mais rápida de obter resposta é através do WhatsApp. A equipa responde no próprio dia, orientando para o especialista em saúde mental mais adequado ao seu caso e ajudando a encontrar o horário mais ajustado à sua disponibilidade. Em alternativa, pode ligar para o 965 900 165 ou agendar diretamente em clinicatear.pt. Não é necessário ter um diagnóstico, nem saber exatamente o que se passa. Muitas vezes, o mais difícil é dar o primeiro passo.
A partir do momento em que entra em contacto, o seu processo é acompanhado desde o início, com proximidade, cuidado e uma abordagem estruturada e personalizada.
Não. Não é necessária qualquer referência médica ou
encaminhamento prévio.
Após a marcação, é realizada uma avaliação clínica estruturada, explorando a sintomatologia e o funcionamento emocional, cognitivo e comportamental. A partir daí, é construída uma formulação clínica individualizada, que orienta a intervenção terapêutica.
Nos dias úteis e ao sábado, a resposta é dada no próprio dia, especialmente através do WhatsApp. A equipa assegura um retorno célere para compreender o motivo do contacto, realizar um enquadramento inicial e orientar para o profissional de saúde mental mais adequado, garantindo um encaminhamento rápido e ajustado às necessidades. Se o contacto for feito fora de horário, a resposta é dada na manhã seguinte. Nenhuma mensagem fica sem resposta.
A primeira consulta, com duração aproximada de uma hora, constitui um momento estruturado de avaliação clínica inicial, orientado por uma escuta ativa, empática e isenta de julgamento. Ao longo da sessão, o profissional de saúde mental procede à exploração da história clínica, da sintomatologia atual, do impacto no funcionamento diário nos diferentes contextos de vida, com vista à construção de uma formulação clínica, que permita integrar e compreender o quadro apresentado. No final, é devolvida uma leitura clínica inicial e, quando clinicamente indicado, é delineado um plano de intervenção personalizado, ajustado às necessidades específicas da pessoa.
Não. Não é necessário saber o que tem para poder marcar. Chegar sem diagnóstico ou sem clareza sobre o que se está a sentir é uma das situações mais comuns em contexto clínico. A consulta inicial existe precisamente para isso - realizar uma avaliação clínica estruturada, compreender o que está a acontecer e atribuir significado à experiência, sem pressupostos nem rótulos prematuros. Se existe a perceção de que algo não está bem, mesmo sem conseguir identificar o quê, isso já constitui um motivo válido para procurar apoio e iniciar o processo.
Após a primeira consulta, é natural surgir algum cansaço emocional, uma vez que falar sobre conteúdos difíceis implica ativação emocional e cognitiva. Muitas pessoas referem uma sensação de alívio, por finalmente conseguirem verbalizar o que sentem e sentirem-se ouvidas e compreendidas. Outras podem experienciar alguma confusão ou ambivalência, sobretudo quando entram em contacto com aspetos internos que nunca tinham sido explorados. Estas reações são esperadas e fazem parte do processo terapêutico inicial, sinalizando que algo relevante começou a ser trabalhado.
O Método Tear é um processo clínico estruturado, desenhado para garantir acompanhamento com rigor, clareza e eficácia. Está organizado em quatro fases: avaliação inicial, concetualização e diagnóstico, plano de intervenção personalizado e reavaliação clínica. Existe uma orientação clara, com definição de objetivos e monitorização do progresso clínico. Em cada fase sabe onde está, o que está a ser trabalhado e como está a evoluir.
A fase inicial é a mais exigente do processo, tanto ao nível da avaliação clínica como da estabilização emocional. É neste momento que se recolhe informação relevante, se constrói a aliança terapêutica e se inicia o trabalho sobre a sintomatologia.
As sessões semanais permitem continuidade, maior profundidade e uma evolução mais consistente. À medida que há melhoria clínica, o ritmo é ajustado (quinzenal ou mensal), respeitando sempre a disponibilidade e realidade de cada pessoa.
A duração varia consoante o quadro clínico, a sua complexidade e os objetivos definidos. De forma geral, a evidência indica que a depressão pode entrar em remissão entre 12 a 20 sessões, a ansiedade generalizada em cerca de 16 sessões, e o burnout tende a melhorar entre 3 a 6 meses. Na Clínica Tear, o processo é acompanhado com reavaliações regulares, garantindo ajustes sempre que necessário. Não existem compromissos rígidos - o percurso é flexível e personalizado.
A maioria das pessoas começa a notar mudanças entre a 4.ª e a 8.ª sessão. Não se trata de uma mudança imediata, mas de uma evolução progressiva na forma de pensar, sentir e reagir. Na Clínica Tear, o progresso é avaliado de forma objetiva, com instrumentos clínicos validados, especialmente ao 2.º mês. Isto permite medir resultados reais e ajustar o plano de intervenção sempre que necessário.
Este receio é frequente e compreensível. No entanto, o objetivo da psicoterapia não é dependência, mas sim autonomia psicológica. O foco está no desenvolvimento de competências internas, para que progressivamente deixe de precisar de acompanhamento. À medida que há consolidação dos ganhos, as sessões tornam-se mais espaçadas, até que deixam
de ser necessárias.
Sim, sempre. A relação terapêutica é um dos fatores mais importantes para o sucesso do processo. Se não existir compatibilidade, é fundamental sinalizar. A equipa assegura a mudança de profissional, sem custos adicionais e garantindo a continuidade do acompanhamento. O seu conforto e segurança são essenciais para que a intervenção funcione.
A Clínica Tear integra uma equipa multidisciplinar, composta por psicólogos e psicoterapeutas, médicos psiquiatras e nutricionistas. Esta estrutura reflete uma abordagem integrada da saúde mental, considerando a interação entre emoções, corpo, comportamentos e hábitos de vida. O objetivo é garantir uma intervenção completa e articulada, ajustada à complexidade de cada caso.
O psicólogo intervém através de psicoterapia, trabalhando os processos emocionais, cognitivos e comportamentais, promovendo mudança e regulação emocional, sem recurso a medicação. O psiquiatra é um médico especialista, responsável pelo diagnóstico clínico e pela prescrição farmacológica, quando necessário, contribuindo para a estabilização dos sintomas. São abordagens complementares, que atuam em dimensões diferentes do mesmo problema. Estes profissionais trabalham de forma articulada, garantindo uma intervenção integrada e ajustada a cada pessoa.
A equipa acompanha diversos quadros clínicos ao longo de todas as faixas etárias, desde crianças e adolescentes até adultos, garantindo uma intervenção ajustada a cada fase do desenvolvimento. Inclui acompanhamento em ansiedade, depressão, burnout, insónias, fobia social, perturbação obsessivo-compulsiva (POC), PHDA, baixa autoestima, luto, trauma complexo, dificuldades relacionais e perturbações do neurodesenvolvimento, bem como terapia de casal, com foco na compreensão dos padrões relacionais e na melhoria da comunicação e ligação emocional. A intervenção é sempre individualizada, com base numa avaliação clínica estruturada.
Atualmente, 97% das pessoas classificam o acompanhamento como muito bom ou excelente, com base em
inquéritos anónimos realizados ao 2.º e 4.º mês.
No Google, a Clínica Tear apresenta uma média de 4.9 estrelas e já acompanhou mais de 3000 pessoas.
Estes dados refletem um modelo centrado em resultados mensuráveis e avaliação contínua do progresso clínico.
Sim, toda a informação partilhada em consulta é estritamente confidencial.
O sigilo profissional é um dever legal
e deontológico, obrigatório para todos os profissionais de saúde mental da equipa. As únicas exceções dizem respeito a situações de risco iminente para a vida, conforme previsto na lei. Relativamente a seguros e convenções, sim as consultas podem ser comparticipadas por seguros de saúde, dependendo das condições de cada apólice. Para isso, é emitido o respetivo recibo das sessões.
Sim, para a maioria dos quadros clínicos. A evidência científica demonstra que a terapia online apresenta eficácia equivalente à presencial em perturbações como ansiedade, depressão, burnout e PHDA. Na Clínica Tear, são seguidos os mesmos protocolos clínicos e acompanhados pela mesma equipa especializada
A principal diferença está na conveniência, com maior flexibilidade e acesso a partir de qualquer local.
Esse medo de começar é mais comum do que parece e não precisa de uma explicação para ser válido. A primeira consulta é um espaço de avaliação e compreensão, sem compromisso além desse momento. Num cenário possível, pode perceber que ainda não é o momento certo. Noutro, pode iniciar um processo que promove mudança real na forma como sente, pensa e vive.
Não precisa de estar preparado nem de ter as palavras certas. Precisa apenas de dar o primeiro passo e entrar em contacto.
Sim. A falta de motivação e energia é frequentemente parte da própria sintomatologia, não um impedimento ao tratamento. O processo terapêutico começa exatamente com o que a pessoa consegue trazer naquele momento, sem exigir uma versão ideal ou preparada.
O profissional de saúde mental adapta a intervenção ao nível de disponibilidade emocional existente. Com o avanço do acompanhamento, é comum que o empenho e a motivação aumentem progressivamente, à medida que surgem os primeiros resultados clínicos.



