O Dia dos Namorados não dói

só a quem está sozinho

A tristeza nesta data não está sempre relacionada com estar solteiro. Mesmo quem está numa relação pode sentir:

- Desilusão com o que esperava receber ou viver

- Pressão para demonstrar sentimentos “à altura” da data

- Comparação com outras relações aparentemente mais felizes

- Sentimento de distância emocional mesmo com companhia

Ou seja: sentir-se mal no Dia dos Namorados pode acontecer mesmo com par.

E isso não significa que algo está “errado” consigo.


Motivos emocionais que explicam o

mal-estar nesta data

1. Idealização social do amor
A publicidade e as redes sociais constroem uma imagem perfeita do amor, sempre romântico e cheio de gestos grandiosos.
→ Para quem não vive isso, o contraste pode trazer frustração, inveja ou vergonha.

2. Solidão emocional
Mesmo rodeado de pessoas, pode sentir que ninguém o/a compreende ou conhece verdadeiramente.
→ O Dia dos Namorados faz esse vazio parecer ainda maior.

3. Feridas antigas
Relações passadas, traições, abandonos ou experiências de rejeição podem ser reativadas nesta data.
→ É como se a dor antiga voltasse a bater à porta.

4. Expectativas vs. realidade
A pressão para “ter um dia perfeito” ou “mostrar amor suficiente” pode gerar ansiedade, frustração e sensação de falhanço.

5. Crises existenciais
Para algumas pessoas, o dia ativa reflexões sobre solidão, medo de envelhecer sem companhia ou dúvidas sobre o valor pessoal.

“Mas é só um dia…”

Ouviu esta frase? Provavelmente sim.

Mas se está a sentir-se mal com o Dia dos Namorados, o que sente importa. Minimizar só aprofunda a dor.


→ Validar a sua experiência é o primeiro passo para lidar com ela de forma saudável.

Estratégias para lidar com o mal-estar nesta data

1. Evite comparações
O que vê online não é o espelho da realidade. Amor saudável raramente vive de exposição pública.

2. Reformule o significado do dia

Pode ser um momento de cuidar de si, agradecer às suas amizades, ou simplesmente viver o dia sem pressão romântica.

3. Crie rituais de autocuidado
Uma refeição especial consigo próprio/a, um filme, um banho demorado são formas de mostrar amor-próprio.

4. Expresse o que sente
Falar com alguém de confiança ou escrever o que sente pode aliviar o peso emocional.

5. Procure apoio psicológico
Se a dor for intensa, recorrente ou se estender a outras áreas da vida, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender e cuidar dessas emoções.


A verdade é que
o amor nem sempre chega no dia certo, nem de forma perfeita. E está tudo bem.


Sentir-se mal com o Dia dos Namorados é um sinal de que há emoções por escutar,

não um erro a corrigir.

Na Clínica Tear, acolhemos cada dor com empatia, ciência e cuidado. Há sempre espaço para reconstruir o que parece desfeito.



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O Dia dos Namorados não dói só a quem está sozinho

A tristeza nesta data não está sempre relacionada com estar solteiro. Mesmo quem está numa relação pode sentir:

- Desilusão com o que esperava receber ou viver

- Pressão para demonstrar sentimentos “à altura” da data

- Comparação com outras relações aparentemente mais felizes

- Sentimento de distância emocional mesmo com companhia

Ou seja: sentir-se mal no Dia dos Namorados pode acontecer mesmo com par.

E isso não significa que algo está “errado” consigo.

Motivos emocionais que explicam o

mal-estar nesta data

1. Idealização social do amor
A publicidade e as redes sociais constroem uma imagem perfeita do amor, sempre romântico e cheio de gestos grandiosos.
→ Para quem não vive isso, o contraste pode trazer frustração, inveja ou vergonha.

2. Solidão emocional
Mesmo rodeado de pessoas, pode sentir que ninguém o/a compreende ou conhece verdadeiramente.
→ O Dia dos Namorados faz esse vazio parecer ainda maior.

3. Feridas antigas
Relações passadas, traições, abandonos ou experiências de rejeição podem ser reativadas nesta data.
→ É como se a dor antiga voltasse a bater à porta.

4. Expectativas vs. realidade
A pressão para “ter um dia perfeito” ou “mostrar amor suficiente” pode gerar ansiedade, frustração e sensação de falhanço.

5. Crises existenciais
Para algumas pessoas, o dia ativa reflexões sobre solidão, medo de envelhecer sem companhia ou dúvidas sobre o valor pessoal.

“Mas é só um dia…”

Ouviu esta frase? Provavelmente sim.

Mas se está a sentir-se mal com o Dia dos Namorados, o que sente importa. Minimizar só aprofunda a dor.


→ Validar a sua experiência é o primeiro passo para lidar com ela de forma saudável.

Estratégias para lidar com o mal-estar nesta data

1. Evite comparações
O que vê online não é o espelho da realidade. Amor saudável raramente vive de exposição pública.

2. Reformule o significado do dia

Pode ser um momento de cuidar de si, agradecer às suas amizades, ou simplesmente viver o dia sem pressão romântica.

3. Crie rituais de autocuidado
Uma refeição especial consigo próprio/a, um filme, um banho demorado são formas de mostrar amor-próprio.

4. Expresse o que sente
Falar com alguém de confiança ou escrever o que sente pode aliviar o peso emocional.

5. Procure apoio psicológico
Se a dor for intensa, recorrente ou se estender a outras áreas da vida, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender e cuidar dessas emoções.


A verdade é que
o amor nem sempre chega no dia certo, nem de forma perfeita. E está tudo bem.


Sentir-se mal com o Dia dos Namorados é um sinal de que há emoções por escutar,

não um erro a corrigir.

Na Clínica Tear, acolhemos cada dor com empatia, ciência e cuidado. Há sempre espaço para reconstruir o que parece desfeito.