O que é a dependência química?

A dependência química é uma condição clínica caracterizada pelo uso repetido e compulsivo de substâncias psicoativas, apesar das consequências negativas físicas, emocionais, sociais ou profissionais.

Segundo os critérios clínicos atuais, envolve:

- Perda de controlo sobre o consumo

- Necessidade crescente da substância (tolerância)

- Sintomas de abstinência quando não há consumo

- Prioridade do consumo sobre outras áreas da vida

- Continuação do uso apesar do sofrimento causado

A dependência é uma condição de saúde que envolve alterações neurobiológicas e emocionais.

Dependência química e saúde mental: uma relação bidirecional

A relação entre dependência química e saúde mental funciona em dois sentidos:

- Pessoas com perturbações de ansiedade, depressão, trauma ou perturbações de personalidade têm maior risco de desenvolver dependência

- O consumo prolongado de substâncias pode desencadear ou agravar sintomas psicológicos graves

É comum encontrar dependência associada a:

- Depressão

- Ansiedade generalizada

- Ataques de pânico

- Perturbação de stress pós-traumático

- Dificuldades de regulação emocional

- Ideação suicida

Nestes casos, tratar apenas o consumo, sem olhar para a saúde mental,

leva muitas vezes à recaída.

Porque é que a substância parece “ajudar”?

No início, o consumo pode trazer:

- Alívio da ansiedade

- Sensação de controlo ou calma

- Redução da dor emocional

- Afastamento de memórias difíceis

- Sensação momentânea de pertença ou prazer

Mas este efeito é temporário. Com o tempo, a substância deixa de aliviar e passa a agravar o sofrimento, criando um ciclo de dependência.


Sinais de alerta de que o consumo está ligado à saúde mental

Alguns sinais frequentes:

- Consumo para “anestesiar” emoções

- Uso de substâncias para dormir ou funcionar

- Irritabilidade, culpa ou vergonha após consumir

- Isolamento social progressivo

- Negação do impacto do consumo

- Sensação de vazio ou descontrolo emocional

Estes sinais indicam que a dependência química e a saúde mental estão a interagir

de forma perigosa.


O tratamento tem de ser integrado

A recuperação eficaz passa por um acompanhamento multidisciplinar, que inclui:

- Psicoterapia, para trabalhar o sofrimento emocional subjacente

- Avaliação psiquiátrica, quando necessário

- Intervenção na regulação emocional e no trauma

- Desenvolvimento de estratégias de coping saudáveis

- Reconstrução da identidade para além da substância

Tratar apenas a dependência sem cuidar da saúde mental é tratar apenas o sintoma, não a causa.


O papel da psicoterapia na recuperação

A psicoterapia ajuda a:

- Identificar o que levou ao consumo

- Trabalhar emoções difíceis sem recorrer à substância

- Desenvolver tolerância à frustração e ao desconforto

- Reduzir culpa e vergonha

- Prevenir recaídas

- Reconstruir relações e autoestima

Recuperar é aprender a viver sem precisar de fugir do que se sente.

A dependência não define a pessoa. Define uma fase de sofrimento que pode ser ultrapassada com apoio adequado.

Na Clínica Tear, a dependência química e a saúde mental são trabalhadas de forma integrada, com uma triagem cuidada para encaminhamento para o acompanhamento mais adequado a cada pessoa. Porque ninguém consome por acaso. E ninguém precisa de enfrentar isso sozinho/a.


Os nossos parceiros

O que é a dependência química?

A dependência química é uma condição clínica caracterizada pelo uso repetido e compulsivo de substâncias psicoativas, apesar das consequências negativas físicas, emocionais, sociais ou profissionais.

Segundo os critérios clínicos atuais, envolve:

- Perda de controlo sobre o consumo

- Necessidade crescente da substância (tolerância)

- Sintomas de abstinência quando não há consumo

- Prioridade do consumo sobre outras áreas da vida

- Continuação do uso apesar do sofrimento causado

A dependência é uma condição de saúde que envolve alterações neurobiológicas e emocionais.

Dependência química e saúde mental: uma relação bidirecional

A relação entre dependência química e saúde mental funciona em dois sentidos:

- Pessoas com perturbações de ansiedade, depressão, trauma ou perturbações de personalidade têm maior risco de desenvolver dependência

- O consumo prolongado de substâncias pode desencadear ou agravar sintomas psicológicos graves

É comum encontrar dependência associada a:

- Depressão

- Ansiedade generalizada

- Ataques de pânico

- Perturbação de stress pós-traumático

- Dificuldades de regulação emocional

- Ideação suicida

Nestes casos, tratar apenas o consumo, sem olhar para a saúde mental, leva muitas vezes à recaída.

Porque é que a substância parece “ajudar”?

No início, o consumo pode trazer:

- Alívio da ansiedade

- Sensação de controlo ou calma

- Redução da dor emocional

- Afastamento de memórias difíceis

- Sensação momentânea de pertença ou prazer

Mas este efeito é temporário. Com o tempo, a substância deixa de aliviar e passa a agravar o sofrimento, criando um ciclo de dependência.

Sinais de alerta de que o consumo está ligado à saúde mental

Alguns sinais frequentes:

- Consumo para “anestesiar” emoções

- Uso de substâncias para dormir ou funcionar

- Irritabilidade, culpa ou vergonha após consumir

- Isolamento social progressivo

- Negação do impacto do consumo

- Sensação de vazio ou descontrolo emocional

Estes sinais indicam que a dependência química e a saúde mental estão a interagir de forma perigosa.

O tratamento tem de ser integrado

A recuperação eficaz passa por um acompanhamento multidisciplinar, que inclui:

- Psicoterapia, para trabalhar o sofrimento emocional subjacente

- Avaliação psiquiátrica, quando necessário

- Intervenção na regulação emocional e no trauma

- Desenvolvimento de estratégias de coping saudáveis

- Reconstrução da identidade para além da substância

Tratar apenas a dependência sem cuidar da saúde mental é tratar apenas o sintoma, não a causa.

O papel da psicoterapia na recuperação

A psicoterapia ajuda a:

- Identificar o que levou ao consumo

- Trabalhar emoções difíceis sem recorrer à substância

- Desenvolver tolerância à frustração e ao desconforto

- Reduzir culpa e vergonha

- Prevenir recaídas

- Reconstruir relações e autoestima

Recuperar é aprender a viver sem precisar de fugir do que se sente.

A dependência não define a pessoa. Define uma fase de sofrimento que pode ser ultrapassada com apoio adequado.

Na Clínica Tear, a dependência química e a saúde mental são trabalhadas de forma integrada, com uma triagem cuidada para encaminhamento para o acompanhamento mais adequado a cada pessoa. Porque ninguém consome por acaso. E ninguém precisa de enfrentar isso sozinho/a.