O que é um ataque de pânico?

Segundo os critérios clínicos descritos nos principais manuais de diagnóstico, um ataque de pânico é um episódio abrupto de medo intenso que atinge o pico em poucos minutos e envolve sintomas físicos e cognitivos marcados.

Entre os mais frequentes estão:

Palpitações ou sensação de coração a bater demasiado rápido

Falta de ar ou sensação de sufoco

Tonturas ou instabilidade

Tremores

Sudação

Sensação de irrealidade ou de estar “desligado”

Medo de perder o controlo ou enlouquecer

Medo de morrer

Durante o episódio, o cérebro ativa o sistema de sobrevivência como se estivesse perante uma ameaça real. No entanto, trata-se de um falso alarme do sistema nervoso.

Porque acontecem os ataques de pânico?

Os ataques de pânico resultam de uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e contextuais. Entre os mais estudados encontram-se:

Elevada sensibilidade à ansiedade

Períodos prolongados de stress

História de acontecimentos emocionalmente exigentes

Padrões de pensamento catastrófico

Hipervigilância corporal

Quando o corpo entra repetidamente em estado de alerta, passa a reagir de forma exagerada a sensações internas normais, como um aumento ligeiro do ritmo cardíaco. Saber como controlar um ataque de pânico não elimina automaticamente a ansiedade, mas reduz significativamente o seu impacto.

Como controlar um ataque de pânico no momento em que acontece

Embora não seja possível “desligar” instantaneamente um ataque, existem estratégias clinicamente validadas que ajudam o sistema nervoso a regressar ao equilíbrio.

1. Regular a respiração

Respirar de forma lenta e profunda envia ao cérebro a mensagem de que não existe perigo.

Experimente o ritmo 4-6:
Inspirar durante 4 segundos e expirar durante 6.
A expiração mais longa ativa o sistema parassimpático, responsável pelo relaxamento.

2. Ancorar-se ao presente

O pânico projeta a mente para cenários catastróficos. Trazer a atenção para o aqui e agora reduz essa escalada.

Identifique:

5 coisas que consegue ver

4 que consegue tocar

3 que consegue ouvir

2 que consegue cheirar

1 que consegue saborear

Esta técnica ajuda o cérebro a perceber que está seguro.

3. Normalizar o que está a acontecer

Dizer internamente:
“Isto é um ataque de pânico. Vai passar.”

Pode parecer simples, mas reduz o medo secundário, o medo do próprio medo, que costuma intensificar o episódio.

4. Evitar lutar contra o ataque

Quanto mais se tenta bloquear a ansiedade, mais o corpo aumenta o estado de alerta. O objetivo não é eliminar imediatamente as sensações, mas permitir que o pico diminua naturalmente.

Tal como uma onda, o pânico cresce, atinge um máximo e depois recua.

O que fazer depois do ataque?

Após o episódio, é comum surgir cansaço físico e emocional. O corpo esteve em esforço.

Pode ajudar:

Descansar

Evitar interpretações alarmistas

Refletir sobre possíveis fatores desencadeantes

Procurar apoio especializado se os episódios se repetirem

Quando existe medo constante de ter novos ataques, a vida pode começar a organizar-se em torno da evitação, evitar locais, pessoas ou situações. Este é um sinal importante de que deve procurar ajuda.

A psicoterapia ajuda a controlar

ataques de pânico

A intervenção psicológica, particularmente as abordagens cognitivo-comportamentais, apresenta elevada eficácia na perturbação de pânico.

Permite:

Compreender o funcionamento da ansiedade

Identificar pensamentos automáticos catastróficos

Reduzir a hipervigilância corporal

Aprender técnicas de regulação emocional

Recuperar a sensação de controlo

Na Clínica Tear, é realizada uma triagem cuidadosa para encaminhar cada pessoa para o profissional mais adequado, garantindo um acompanhamento ajustado às suas necessidades.

Controlar um ataque de pânico é possível

Como controlar um ataque de pânico não passa por nunca mais sentir ansiedade, mas passa por deixar de viver com medo dela.

Com conhecimento, estratégias e apoio, o corpo reaprende que está seguro e a mente volta a confiar. Não precisa de enfrentar isto sozinho. Há caminhos terapêuticos eficazes, seguros e baseados na evidência científica.

Na Clínica Tear, cada pessoa é acolhida com seriedade, escuta e competência clínica.

Os nossos parceiros

O que é um ataque de pânico?

Segundo os critérios clínicos descritos nos principais manuais de diagnóstico, um ataque de pânico é um episódio abrupto de medo intenso que atinge o pico em poucos minutos e envolve sintomas físicos e cognitivos marcados.

Entre os mais frequentes estão:

Palpitações ou sensação de coração a bater demasiado rápido

Falta de ar ou sensação de sufoco

Tonturas ou instabilidade

Tremores

Sudação

Sensação de irrealidade ou de estar “desligado”

Medo de perder o controlo ou enlouquecer

Medo de morrer

Durante o episódio, o cérebro ativa o sistema de sobrevivência como se estivesse perante uma ameaça real. No entanto, trata-se de um falso alarme do sistema nervoso.

Porque acontecem os ataques de pânico?

Os ataques de pânico resultam de uma combinação de fatores biológicos, psicológicos e contextuais. Entre os mais estudados encontram-se:

Elevada sensibilidade à ansiedade

Períodos prolongados de stress

História de acontecimentos emocionalmente exigentes

Padrões de pensamento catastrófico

Hipervigilância corporal

Quando o corpo entra repetidamente em estado de alerta, passa a reagir de forma exagerada a sensações internas normais, como um aumento ligeiro do ritmo cardíaco. Saber como controlar um ataque de pânico não elimina automaticamente a ansiedade, mas reduz significativamente o seu impacto.

Como controlar um ataque de pânico no momento em que acontece

Embora não seja possível “desligar” instantaneamente um ataque, existem estratégias clinicamente validadas que ajudam o sistema nervoso a regressar ao equilíbrio.

1. Regular a respiração

Respirar de forma lenta e profunda envia ao cérebro a mensagem de que não existe perigo.

Experimente o ritmo 4-6:
Inspirar durante 4 segundos e expirar durante 6.
A expiração mais longa ativa o sistema parassimpático, responsável pelo relaxamento.

2. Ancorar-se ao presente

O pânico projeta a mente para cenários catastróficos. Trazer a atenção para o aqui e agora reduz essa escalada.

Identifique:

5 coisas que consegue ver

4 que consegue tocar

3 que consegue ouvir

2 que consegue cheirar

1 que consegue saborear

Esta técnica ajuda o cérebro a perceber que está seguro.

3. Normalizar o que está a acontecer

Dizer internamente:
“Isto é um ataque de pânico. Vai passar.”

Pode parecer simples, mas reduz o medo secundário, o medo do próprio medo, que costuma intensificar o episódio.

4. Evitar lutar contra o ataque

Quanto mais se tenta bloquear a ansiedade, mais o corpo aumenta o estado de alerta. O objetivo não é eliminar imediatamente as sensações, mas permitir que o pico diminua naturalmente.

Tal como uma onda, o pânico cresce, atinge um máximo e depois recua.

O que fazer depois do ataque?

Após o episódio, é comum surgir cansaço físico e emocional. O corpo esteve em esforço.

Pode ajudar:

Descansar

Evitar interpretações alarmistas

Refletir sobre possíveis fatores desencadeantes

Procurar apoio especializado se os episódios se repetirem

Quando existe medo constante de ter novos ataques, a vida pode começar a organizar-se em torno da evitação, evitar locais, pessoas ou situações. Este é um sinal importante de que deve procurar ajuda.

A psicoterapia ajuda a controlar

ataques de pânico

A intervenção psicológica, particularmente as abordagens cognitivo-comportamentais, apresenta elevada eficácia na perturbação de pânico.

Permite:

Compreender o funcionamento da ansiedade

Identificar pensamentos automáticos catastróficos

Reduzir a hipervigilância corporal

Aprender técnicas de regulação emocional

Recuperar a sensação de controlo

Na Clínica Tear, é realizada uma triagem cuidadosa para encaminhar cada pessoa para o profissional mais adequado, garantindo um acompanhamento ajustado às suas necessidades.

Controlar um ataque de pânico é possível

Como controlar um ataque de pânico não passa por nunca mais sentir ansiedade, mas passa por deixar de viver com medo dela.

Com conhecimento, estratégias e apoio, o corpo reaprende que está seguro e a mente volta a confiar. Não precisa de enfrentar isto sozinho. Há caminhos terapêuticos eficazes, seguros e baseados na evidência científica.

Na Clínica Tear, cada pessoa é acolhida com seriedade, escuta e competência clínica.