Por Dra. Margarida Garcês, psicóloga clínica
A prevalência das perturbações de ansiedade e do humor, nomeadamente a depressão, é significativamente superior nas mulheres em comparação com os homens. A evidência científica atual demonstra que as mulheres têm cerca de duas vezes mais probabilidade de desenvolver estes quadros psicopatológicos ao longo da vida. Esta vulnerabilidade multifatorial resulta da interação entre variáveis biológicas, psicossociais e culturais.
As alterações hormonais características do ciclo menstrual, gravidez, pós-parto e menopausa desempenham um papel importante na regulação do humor e da resposta ao stress. O estrogénio, por exemplo, pode atuar como modulador de neurotransmissores como a serotonina e a dopamina, envolvidos na regulação do afeto.
As suas oscilações estão frequentemente associadas a sintomatologia ansiosa, irritabilidade e alterações no padrão de sono e apetite, predispondo, em alguns casos, ao desenvolvimento de quadros depressivos.
As exigências impostas às mulheres na sociedade atual — desde a conciliação entre carreira profissional, maternidade, cuidados familiares e padrões estéticos — constituem fontes significativas de stress psicológico.
A sobrecarga emocional, a falta de tempo para autocuidado e a internalização de expectativas sociais rígidas aumentam o risco de esgotamento emocional e de adoecimento psíquico, nomeadamente através do desenvolvimento de perturbações do humor e da ansiedade generalizada.
Na Clínica Tear, temos uma equipa especializada em saúde mental feminina. Se sente que o peso das exigências do dia a dia está a afetar o seu bem-estar, agende a sua consulta connosco.
Estudos de neuroimagem funcional revelam que o cérebro feminino tende a apresentar maior atividade em áreas relacionadas com o controlo de impulsos, processamento emocional e regulação do humor, como a amígdala, córtex pré-frontal e sistema límbico.
Essa maior reatividade emocional, embora benéfica em termos empáticos e relacionais, pode traduzir-se numa maior suscetibilidade a perturbações afetivas, sobretudo em resposta a experiências adversas ou estímulos negativos.
A investigação tem vindo a demonstrar que as mulheres apresentam uma tendência mais acentuada para o ruminar emocionalmente, isto é, para permanecerem focadas em pensamentos negativos, o que constitui um fator de manutenção da sintomatologia depressiva. Adicionalmente, são também mais expressivas emocionalmente e socialmente encorajadas a verbalizar emoções, o que, paradoxalmente, pode expô-las mais à perceção do sofrimento.
Não permita que a ansiedade ou a depressão comprometam a sua qualidade de vida. Na Clínica Tear, estamos aqui para a escutar e ajudar.
As alterações hormonais características do ciclo menstrual, gravidez, pós-parto e menopausa desempenham um papel importante na regulação do humor e da resposta ao stress. O estrogénio, por exemplo, pode atuar como modulador de neurotransmissores como a
serotonina e a dopamina, envolvidos na regulação do afeto.
As suas oscilações estão frequentemente associadas a sintomatologia ansiosa, irritabilidade e alterações no padrão de sono e apetite, predispondo, em alguns casos, ao desenvolvimento de quadros depressivos.
As exigências impostas às mulheres na sociedade atual — desde a conciliação entre carreira profissional, maternidade, cuidados familiares e padrões estéticos — constituem fontes significativas de stress psicológico.
A sobrecarga emocional, a falta de tempo para autocuidado e a internalização de expectativas sociais rígidas aumentam o risco de esgotamento emocional e de adoecimento psíquico, nomeadamente através do desenvolvimento de perturbações do humor e da ansiedade generalizada.
Na Clínica Tear, temos uma equipa especializada em saúde mental feminina. Se sente que o peso das exigências do dia a dia está a afetar o seu bem-estar, agende a sua consulta connosco.
Estudos de neuroimagem funcional revelam que o cérebro feminino tende a apresentar maior atividade em áreas relacionadas com o controlo de impulsos, processamento emocional e regulação do humor
, como a amígdala, córtex pré-frontal e sistema límbico.
Essa maior reatividade emocional, embora benéfica em termos empáticos e relacionais, pode traduzir-se numa
maior suscetibilidade a perturbações afetivas, sobretudo em resposta a experiências adversas ou estímulos negativos.
A investigação tem vindo a demonstrar que as mulheres apresentam uma tendência mais acentuada para o
ruminar emocionalmente, isto é, para permanecerem focadas em pensamentos negativos, o que constitui um fator de manutenção da sintomatologia depressiva.
Adicionalmente, são também mais expressivas emocionalmente e socialmente encorajadas a verbalizar emoções, o que, paradoxalmente, pode expô-las mais à perceção do sofrimento.
Não permita que a ansiedade ou a depressão comprometam a sua qualidade de vida. Na Clínica Tear, estamos aqui para a escutar e ajudar.