BLOG TEAR

Art. 11

RIGIDEZ COGNITIVA:

quando a mente resiste à mudança

A rigidez cognitiva é uma característica frequentemente observada em diversas perturbações do neurodesenvolvimento e do foro emocional. Trata-se da dificuldade persistente em ajustar pensamentos, comportamentos ou estratégias perante mudanças ambientais ou exigências contextuais.

Esta rigidez traduz-se numa marcada resistência à novidade, intolerância à incerteza e predileção por padrões comportamentais repetitivos e previsíveis, mesmo que desajustados à situação presente.

Características Clínicas mais Frequentes:

  • Manutenção de rotinas rígidas:

Indivíduos com rigidez cognitiva experienciam desconforto significativo perante alterações na rotina, manifestando elevada ansiedade quando confrontados com situações imprevisíveis.

  • Comportamentos repetitivos e perseverativos:

Há tendência para repetir ações, frases ou pensamentos de forma automática, com pouca flexibilidade adaptativa, mesmo quando já não são funcionais.

  • Evitamento da mudança e da ambiguidade:

A novidade é muitas vezes percecionada como ameaçadora, sendo habitual a rejeição de alternativas ou perspetivas distintas daquelas que já são conhecidas.

Impacto na Funcionalidade e Qualidade de Vida

Esta rigidez pode comprometer a capacidade de resolução de problemas, adaptação a contextos variáveis e desenvolvimento de competências relacionais e emocionais.

É particularmente relevante em crianças e adolescentes, onde pode interferir no ajustamento escolar, nas interações sociais e no desenvolvimento da autonomia.

Associação a Quadros Psicopatológicos

A rigidez cognitiva é um marcador transversal a várias condições clínicas, sendo especialmente

prevalente em:

  • Perturbação do Espectro do Autismo (PEA)

  • Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC)

  • Perturbações de Ansiedade

  • Perturbações do Humor

  • Perturbações Neurocognitivas (e.g., Demência Frontotemporal)

Nestes quadros, a inflexibilidade mental pode agravar os sintomas, perpetuar padrões disfuncionais e dificultar o processo terapêutico.

Intervenções Clínicas Indicadas

O desenvolvimento da flexibilidade cognitiva pode ser promovido através de estratégias validadas, como:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):

Trabalha a reestruturação cognitiva e promove maior tolerância à incerteza e à mudança.

Treino em resolução de problemas e tomada de decisão:

Estimula o pensamento divergente e a capacidade de gerar alternativas adaptativas.

Práticas de mindfulness e regulação emocional:

Contribuem para o aumento da consciência dos processos automáticos de pensamento e

para a gestão da impulsividade.

Práticas de mindfulness e regulação emocional:

Podem ser integrados em contexto terapêutico como forma de ativar novas redes

neurais e promover pensamento flexível.

Na Clínica Tear, dispomos de uma equipa especializada em psicologia clínica e neuropsicologia, preparada para avaliar e intervir nestes padrões cognitivos de forma individualizada, respeitando a singularidade de cada pessoa.

Se sente que a rigidez cognitiva está a interferir com o seu bem-estar ou com o desenvolvimento de um familiar, poderá beneficiar de uma avaliação psicológica cuidada e de um plano terapêutico ajustado às suas necessidades.

Marque a sua primeira consulta connosco ou esclareça as suas dúvidas.

Estamos ao seu dispor para acompanhar cada passo do seu processo terapêutico.

Os nossos parceiros

BLOG TEAR

Art. 11

RIGIDEZ COGNITIVA:

quando a mente resiste à mudança

A rigidez cognitiva é uma característica frequentemente observada em diversas perturbações do neurodesenvolvimento e do foro emocional. Trata-se da dificuldade persistente em ajustar pensamentos, comportamentos ou estratégias perante mudanças ambientais ou exigências contextuais.

Esta rigidez traduz-se numa marcada resistência à novidade, intolerância à incerteza e predileção por padrões comportamentais repetitivos e previsíveis, mesmo que desajustados à situação presente.

Características Clínicas mais Frequentes:

  • Manutenção de rotinas rígidas:

Indivíduos com rigidez cognitiva experienciam desconforto significativo perante alterações na rotina, manifestando elevada ansiedade quando confrontados com situações imprevisíveis.

  • Comportamentos repetitivos e perseverativos:

Há tendência para repetir ações, frases ou pensamentos de forma automática, com pouca flexibilidade adaptativa, mesmo quando já não são funcionais.

  • Evitamento da mudança e da ambiguidade:

A novidade é muitas vezes percecionada como ameaçadora, sendo habitual a rejeição de alternativas ou perspetivas distintas daquelas que já são conhecidas.

Impacto na Funcionalidade e Qualidade de Vida

Esta rigidez pode comprometer a capacidade de resolução de problemas, adaptação a contextos variáveis e desenvolvimento de competências relacionais e emocionais.

É particularmente relevante em

crianças e adolescentes, onde pode interferir no ajustamento escolar, nas interações sociais e no desenvolvimento da autonomia.

Associação a Quadros Psicopatológicos

A rigidez cognitiva é um marcador transversal a várias condições clínicas, sendo especialmente

prevalente em:

  • Perturbação do Espectro do Autismo (PEA)

  • Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC)

  • Perturbações de Ansiedade

  • Perturbações do Humor

  • Perturbações Neurocognitivas (e.g., Demência Frontotemporal)

Nestes quadros, a inflexibilidade mental pode agravar os sintomas, perpetuar padrões disfuncionais e dificultar o processo terapêutico.

Intervenções Clínicas Indicadas

O desenvolvimento da flexibilidade cognitiva pode ser promovido através de estratégias validadas, como:

Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):

Trabalha a reestruturação cognitiva e promove maior tolerância à incerteza e à mudança.

Treino em resolução de problemas e

tomada de decisão:

Estimula o pensamento divergente e a capacidade de gerar alternativas adaptativas.

Práticas de mindfulness e regulação emocional:

Contribuem para o aumento da consciência dos processos automáticos de pensamento e

para a gestão da impulsividade.

Estimulação neurocognitiva e exercícios criativos:

Podem ser integrados em contexto terapêutico como forma de ativar novas redes neurais e promover pensamento flexível.

Na Clínica Tear, dispomos de uma equipa especializada em psicologia clínica e neuropsicologia, preparada para avaliar e intervir nestes padrões cognitivos de forma individualizada, respeitando a singularidade de cada pessoa.

Se sente que a rigidez cognitiva está a interferir com o seu bem-estar ou com o desenvolvimento de um familiar, poderá beneficiar de uma avaliação psicológica cuidada e de um plano terapêutico ajustado às suas necessidades.

Marque a sua primeira consulta connosco ou esclareça as suas dúvidas.

Estamos ao seu dispor para acompanhar cada passo do seu processo terapêutico.