BLOG TEAR

Art. 12

SAÚDE MENTAL:

Apoio Psicológico Durante e

Após a Gravidez

O cérebro que muda para amar: o impacto da gravidez na mente da mãe

Durante a gravidez o corpo da mulher transforma-se. Sim, a gravidez remodela literalmente o cérebro da mãe.

Alterações estruturais profundas ocorrem nas regiões responsáveis pela empatia, pelo vínculo, pela proteção - como se o próprio cérebro aprendesse a amar de forma nova, instintiva, feroz. Como se o corpo dissesse: "Estás pronta, mesmo quando achas que não estás."

Estas mudanças, no entanto, não vêm sozinhas.

Tal como o corpo incha e dói, também a mente pode sentir o peso da transição. E há dias em que o milagre da vida parece pesado demais para se chamar milagre.

O que acontece no cérebro da mãe?

  • Redução de matéria cinzenta:

pode soar alarmante, mas é uma adaptação positiva - o cérebro torna-se mais eficiente, mais focado nas necessidades do(a) bebé.

  • Maior atividade na amígdala:

a zona ligada às emoções e à perceção do perigo está mais ativa, o que torna a mãe mais sensível a sinais do ambiente e do(a) bebé.

  • Alterações hormonais intensas:

a oscilação de estrogénio, progesterona, oxitocina e prolactina influencia diretamente o humor, o sono, a energia e a forma como a mãe sente e interpreta o mundo.

Estas alterações são naturais, mas nem sempre suaves. Muitas mulheres sentem-se confusas, emocionalmente instáveis, ou mesmo em sofrimento, e acreditam que isso é sinal de fraqueza. Mas não é.

É sinal de humanidade.

Quando o silêncio pesa: sinais de alerta

Durante a gestação e pós-parto, as mulheres podem enfrentar uma variedade de desafios emocionais, incluindo:

  1. Sensações constantes de tristeza ou apatia;

  2. Medos intensos ou pensamentos obsessivos;

  3. Choro frequente, sem razão aparente;

  4. Dificuldade em criar vínculo com o bebé;

  5. Insónias ou fadiga extrema sem alívio;

  6. Vontade de se isolar ou sensação de não reconhecer quem é.

  7. Depressão Perinatal: Estudos indicam que cerca de 1 em cada 5 mulheres podem sofrer de depressão e ansiedade durante o período perinatal;

  8. Ansiedade: Preocupações constantes com a saúde do bebé, mudanças na dinâmica familiar e medos relacionados com o parto são comuns;

  9. Baby Blues: Aproximadamente 80% das mulheres experienciam sentimentos de tristeza e choro nos primeiros dias após o parto, conhecidos como “baby blues”;

  10. Psicose pós-parto: Embora rara, esta condição é grave e requer intervenção imediata.

Nestes casos, quer por prevenção quer como tratamento, o acompanhamento psicológico oferece inúmeros benefícios:

  • Prevenção e Tratamento:

Identificar precocemente sintomas de depressão ou ansiedade permite intervenções eficazes, prevenindo complicações futuras;

  • Preparação Emocional:

Auxilia a mulher a lidar com expectativas e medos relacionados com a maternidade, promovendo uma experiência mais positiva

  • Fortalecimento do Vínculo Mãe-Bebé:

Uma saúde mental equilibrada favorece a criação de laços afetivos saudáveis entre mãe e filho.

É por isso que, na Clínica Tear, oferecemos um espaço seguro, sereno e especializado, onde cada mulher grávida ou no pós-parto é olhada na sua totalidade — corpo, mente e coração.

Tratamentos pensados à medida, com profissionais dedicados à saúde emocional, perinatal e no pós-parto, para que nenhuma mãe se sinta invisível nas suas dores, nos seus receios, nos seus silêncios.

O acompanhamento psicológico inclui:

  • Preparação emocional para o parto e para a maternidade

porque o nascimento de um(a) filho(a) também é o nascimento de uma nova mulher, e isso exige tempo, escuta e acolhimento.

  • Estratégias para lidar com a ansiedade, o medo e a exaustão

ferramentas práticas e apoio emocional para os dias em que o amor não parece suficiente para calar a culpa ou o cansaço.

  • Fortalecimento do vínculo mãe-bebé

cuidar da saúde mental da mãe é cuidar, desde o primeiro dia, da relação mais importante que o(a) bebé vai ter.

  • Apoio à autoimagem e à identidade no pós-parto

porque a mulher que ali está merece voltar a encontrar-se, redescobrir-se, recomeçar em amor por si.

Se está grávida ou no pós-parto e sente que precisa de ajuda, escute o seu corpo.

Escute a sua alma.

Cuidar da sua saúde mental é o primeiro gesto de amor pelo seu(a) filho(a). Agende a sua primeira consulta e descubra como podemos ajudá-la a viver esta etapa com mais serenidade e bem-estar.

Os nossos parceiros

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Apoio Psicológico Durante e

Após a Gravidez

O cérebro que muda para amar: o impacto da gravidez na mente da mãe

Durante a gravidez o corpo da mulher transforma-se. Sim, a gravidez remodela literalmente o cérebro da mãe.

Alterações estruturais profundas ocorrem nas regiões responsáveis pela empatia, pelo vínculo, pela proteção - como se o próprio cérebro aprendesse a amar de forma nova, instintiva, feroz. Como se o corpo dissesse: "Estás pronta, mesmo quando achas que não estás."

Estas mudanças, no entanto, não vêm sozinhas.

Tal como o corpo incha e dói, também a mente pode sentir o peso da transição. E há dias em que o milagre da vida parece pesado demais para se chamar milagre.

O que acontece no cérebro da mãe?

  • Redução de matéria cinzenta:

pode soar alarmante, mas é uma adaptação positiva - o cérebro torna-se mais eficiente, mais focado nas necessidades do(a) bebé.

  • Maior atividade na amígdala:

a zona ligada às emoções e à perceção do perigo está mais ativa, o que torna a mãe mais sensível a sinais do ambiente e do(a) bebé.

  • Alterações hormonais intensas:

a oscilação de estrogénio, progesterona, oxitocina e prolactina influencia diretamente o humor, o sono, a energia e a forma como a mãe sente e interpreta o mundo.

Estas alterações são naturais, mas nem sempre suaves. Muitas mulheres sentem-se confusas, emocionalmente instáveis, ou mesmo em sofrimento, e acreditam que isso é sinal de fraqueza. Mas não é.

É sinal de humanidade.

Quando o silêncio pesa: sinais de alerta

Durante a gestação e pós-parto, as mulheres podem enfrentar uma variedade de desafios emocionais, incluindo:

1. Sensações constantes de tristeza ou apatia;

2. Medos intensos ou pensamentos obsessivos;

3. Choro frequente, sem razão aparente;

4. Dificuldade em criar vínculo com o bebé;

5. Insónias ou fadiga extrema sem alívio;

6. Vontade de se isolar ou sensação de não reconhecer quem é.

7. Depressão Perinatal: Estudos indicam que cerca de 1 em cada 5 mulheres podem sofrer de depressão e ansiedade durante o período perinatal;

8. Ansiedade: Preocupações constantes com a saúde do bebé, mudanças na dinâmica familiar e medos relacionados com o parto são comuns;

9. Baby Blues: Aproximadamente 80% das mulheres experienciam sentimentos de tristeza e choro nos primeiros dias após o parto, conhecidos como “baby blues”;

10. Psicose pós-parto: Embora rara, esta condição é grave e requer intervenção imediata.

Nestes casos, quer por prevenção quer como tratamento, o acompanhamento psicológico oferece inúmeros benefícios:

  • Prevenção e Tratamento:

Identificar precocemente sintomas de depressão ou ansiedade permite intervenções eficazes, prevenindo complicações futuras;

  • Fortalecimento do Vínculo Mãe-Bebé:

Auxilia a mulher a lidar com expectativas e medos relacionados com a maternidade, promovendo uma experiência mais positiva

  • Fortalecimento do Vínculo Mãe-Bebé:

Uma saúde mental equilibrada favorece a criação de laços afetivos saudáveis entre mãe e filho.

É por isso que, na Clínica Tear, oferecemos um espaço seguro, sereno e especializado, onde cada mulher grávida ou no pós-parto é olhada na sua totalidade — corpo, mente e coração.

Tratamentos pensados à medida, com profissionais dedicados à saúde emocional, perinatal e no pós-parto, para que nenhuma mãe se sinta invisível nas suas dores, nos seus receios, nos seus silêncios.

O acompanhamento psicológico inclui:

  • Preparação emocional para o parto e para a maternidade

porque o nascimento de um(a) filho(a) também é o nascimento de uma nova mulher, e isso exige tempo, escuta e acolhimento.

  • Estratégias para lidar com a ansiedade, o medo e a exaustão

ferramentas práticas e apoio emocional para os dias em que o amor não parece suficiente para calar a culpa ou o cansaço.

  • Fortalecimento do vínculo mãe-bebé

cuidar da saúde mental da mãe é cuidar, desde o primeiro dia, da relação mais importante que o(a) bebé vai ter.

  • Apoio à autoimagem e à identidade no pós-parto

porque a mulher que ali está merece voltar a encontrar-se, redescobrir-se, recomeçar em amor por si.

Se está grávida ou no pós-parto e sente que precisa de ajuda, escute o seu corpo. Escute a sua alma.

Cuidar da sua saúde mental é o primeiro gesto de amor pelo seu(a) filho(a). Agende a sua primeira consulta

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